ASSESSMENT OF THE PROFILE OF PATIENTS AFFECTED BY ACCIDENT BRAIN VASCULAR


ASSESSMENT OF THE PROFILE OF PATIENTS AFFECTED BY ACCIDENT BRAIN VASCULAR


Cintia Justino Rabelo¹; Mariana Gomes Vidal Sampaio¹; Lívia Caroline Alexandre de Araújo²; Rafael Artur de Queiroz Cavalcanti de Sá²

¹Catholic University Center of Quixadá, 63900-257, Quixadá Ceará, Brasil. ²Laboratory of Molecular Biology (BioMol), Biochemistry Department, Federal University of Pernambuco, 50740-540, Recife, Pernambuco, Brazil.


The cerebrovascular accident (CVA) is defined as a neurological disease capable of debilitating or leading to death. It develops through the obstruction or rupture of a blood vessel, causing the tissues around the lesion to lack oxygen and compatible substrates for correct functioning. The aforementioned pathology is a case of great concern for public health worldwide. Every year, about 17 million individuals are affected by stroke and 6.5 million of these patients die, leaving 26 million with sequelae and/or permanently incapacitated. The risk factors for the onset of stroke are divided into two classes, the first of which comprises the non-modifiable, which include age, color, ethnicity and heredity, and the second, the modifiable ones: arterial hypertension, cardiovascular pathologies, dyslipidemias, overweight, diabetes mellitus, smoking, alcoholism, high hematocrit/inflammatory process, periodontal disease and antiphospholipid antibody. Hypertension is the most prevalent risk factor, with about 80% of the cause among the types of stroke. The prevention of stroke in relation to risk factors consists of small daily and consecutive gestures. Adhering to a good diet is essential, this action will prevent overweight and facilitate the reduction of cholesterol, as well as the practice of daily physical activities is extremely important to keep away from sedentary lifestyle. There are many risk factors, although there is more emphasis on high hypertension, diabetes mellitus and smoking.


Keywords: cerebrovascular diseases; characterization; risk factors;

Free Full-text PDF


How to cite this article:
Cintia Justino Rabelo; Mariana Gomes Vidal Sampaio; Lívia Caroline Alexandre de Araújo; Rafael Artur de Queiroz Cavalcanti de Sá. ASSESSMENT OF THE PROFILE OF PATIENTS AFFECTED BY ACCIDENT BRAIN VASCULAR. Journal of Stroke Research, 2021, 6:11.


References

1. CAETANO, J. A.; DAMASCENO, M. M. C.; SOARES, E.; FIALHO, A. V. M. A vivência do processo de reabilitação após acidente vascular cerebral: um estudo qualitativo. Online Braz J Nurs, v. 6, n. 2, p. 1676, 2007.
2. BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012: aprova normas regulamentadoras envolvendo seres humanos. Brasília (DF): CNS, 2013.
3. CABRAL, N. L. Avaliação da Incidência, Mortalidade e Letalidade por Doença Cerebrovascular em Joinville, Brasil: Comparação Entre o Ano de 1995 e o Período de 2005-6. 2008. 93 f. Tese (Doutorado em Medicina Preventiva). Universidade de São Paulo, São Paulo/SP.
4. FALCÃO, I. V. et al. Acidente vascular cerebral precoce: implicações para adultos em idade produtiva atendidos pelo Sistema Único de Saúde. Rev Bras Saúde Mater Infant., v. 4, n. 1, p. 95-102, 2004.
5. PUTAALA, J. Stroke in Young Adults. 2010. 73 f. Monografia (Graduação) – Department of Neurology, Helsinki University Central Hospital, University of Helsinki, Helsinki, 2010.
6. DER MAUR, T. A. et al. Ischemic Stroke in Young Adults: Predictors of Outcome and Recurrence. J. Neurol. Neurosurgery Psychiatry, v. 76, p. 192-195, 2005
7. ESPÍRITO SANTO (Estado). Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo. Protocolo Assistencial Multidisciplinar de Abordagem ao Paciente com Acidente Vascular Cerebral: Versão 2018. Vitória: SES/ES, 2018.
8. LEI, X. et al. Neuroprotective effects of quercetin in a mouse model of brain ischemic/reperfusion injury via anti-apoptotic mechanisms based on the Akt pathway. Molecular Medicine Reports, v. 12, n. 3, p. 3688-3696, 2015.
9. LOTUFO, P. A. Stroke in Brazil: a neglecteddisease. São Paulo Medical Journal, v. 123, n. 1, p. 3-4, 2005.
10. LEAL, F. Intervenções de Enfermagem no Acidente Vascular Cerebral. Coimbra: Editora Formasau, 2001.
11. IKEFUTI, P. V.; BARROZO, L. V.; BRAGA, A. L. F. Mean air temperature as a risk factor for stroke mortality in São Paulo, Brazil. International Journal of Biometeorology, v. 62, n. 8, p. 1535-1542, ago. 2018. https://doi.org/10.1007/s00484-018-1554-y INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ – IFPA. Anatomia e Fisiologia. Curitiba: IFPA, 2011.
12. CARVALHO, I. A. de; DEODATO, L. F. F. Fatores de risco do acidente vascular encefálico. Revista Científica da FASETE, p. 180–191, 2016.
13. CASTRO, J. A. B. de; EPSTEIN, M. G.; SABINO, G. B.; NOGUEIRA, G. L. O.; BLANKENBURG, C.; STASZKO, K. F. Study on the risk factors for stroke. Revista Brasileira de Clínica Medica, v. 7, p. 171-173, 2009.
14. GAGLIARDI, R. J. Hipertensão arterial e AVC. Revista com Ciência, Campinas, n. 109, 2009
15. AMARAL, Débora Benfeita de Souza et al. Avaliação da funcionalidade do membro superior parético de pacientes com sequela de ave após protocolo terapia por contensão induzida. Biológicas & Saúde, v. 7, n. 24, jul. 2017. ISSN 2236-8868.
16. FARIAS, F.; ALMEIDA, M. Características epidemiológicas, clínicas e tratamento ofertado a jovens com acidente vascular cerebral. Revista Saúde, Sta. Maria, v. 45, n. 1, 2019.
17. OLIVEIRA, A. R. S. et al. Diagnósticos de enfermagem da classe atividade/exercício em pacientes com acidente vascular cerebral. Rev. de Enfermagem UERJ, v. 20, n. 2, p. 221-228, 2012.
18. O´SULLIVAN, S. B.; SCHMITZ, T. J. Fisioterapia avaliação e tratamento. 4. ed. Barueri: Manole, 2004. p. 540.
19. . Ministério da Saúde. Acidente vascular cerebral. Brasília: Ministério da Saúde, 2012.
20. REDE BRASIL AVC. Campanha Nacional de Combate ao AVC no Brasil em 2016. Porto Alegre: Rede Brasil, 2016. Disponível em: <http://www.redebrasilavc.org.br/campanha-nacional-de-combate-ao-avc-2016/>. Acesso em: 23 out. 2019.
21. EUROPEAN STROKE INITIATIVE – EUSI. AVC Isquémico. Lisboa: EUSI, 2003. Acesso em 23 de out de 2019.
22. BOTELHO, Thyago de Sousa; MACHADO NETO, Célio Diniz; ARAÚJO, Felipe Longo Correia de; ASSIS, Samara Campos de. Epidemiology Ofstroke in Brazil, João Pessoa, v. 16, n. 2, 2016. ISSN 2447-2131.
23. RAFFIN, C. N. et al. Revascularização clínica e intervencionista no acidente vascular cerebral isquêmico agudo. Arquivos de Neuropsiquiatria, v. 64, n. 2-A, p. 342-348, 2006.
24. MENOITA, E. Reabilitar a pessoa idosa com AVC: Contributos para um envelhecer resiliente. Loures: Editora Lusociência, 2012
25. FERRO, J.; PIMENTEL, J. Neurologia: princípios, diagnóstico e tratamento. Lisboa: Lidel, 2006
26. SMITH, W.; ENGLISH, J.; JOHNSTON, S. Cerebrovascular Diseases: Harrison’s principals of internal medicine. 18 ed. Philadelphia: McGraw-Hill, 2011. p. 3270-3293.
27. CAVALCANTE, Tahissa Frota et al. Intervenções de enfermagem aos pacientes com acidente vascular encefálico: uma revisão integrativa de literatura. Rev. Esc. Enferm. USP, São Paulo, v. 45, n. 6, p. 1495-1500, dez. 2011.
28. LANGHORNE, P. et al. Stroke rehabilitation: Stroke care 2. Lancet, p. 1693- 1702, 2011.
29. BRANCO, T.; SANTOS, R. Reabilitação da Pessoa com AVC. Coimbra: Formasau, 2010.
30. Saúde: 90% dos episódios de AVC estão associados a fatores de risco modificáveis. Lisboa: SPAVC, 2017. Disponível em: <https://www.lux.iol.pt/geral/29-10-2017/saude-90-dos-episodios-de-avc-estao-ssociados-a-fatores-de-risco-modificaveis>. Acesso em: 24 out. 2019.
31. FEINBERG, W. M. et al. Guidelines for the management of transient ischemic attacks. Stroke, v. 25, p. 1320-1335, 1994.


Terms of Use/Privacy Policy/ Disclaimer/ Other Policies:
You agree that by using our site, you have read, understood, and agreed to be bound by all of our terms of use/privacy policy/ disclaimer/ other policies (click here for details).



This work and its PDF file(s) are licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.